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Assassin’s Creed: Origins | A evolução da franquia e a redenção da Ubisoft

Assassin's Creed: Origins abraça os elementos de RPG e surpreende a todos

Assassin’s Creed é uma das franquias mais populares dos últimos anos. Contando a rivalidade de duas facções, a série de jogos já migrou para o cinema, livros físicos e e-books. Entretanto, desde 2014, a Ubisoft vem tendo alguns problemas em animar os gamers, os quais ficaram bastante decepcionados com o grande número de falhas  que o Assassin’s Creed: Unity apresentou, prejudicando a venda e o reconhecimento popular dos sucessores deste jogo.

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Algumas semanas atrás, vazou rumores muito fortes (que estavam certos) de que um novo jogo da franquia de assassinos seria revelado. Aproveitando o palco da E3 2017, a Ubisoft formalizou o anúncio do jogo que é intitulado como Assassin’s Creed: Origins e se passará no Egito.

Evolução da franquia

Toda a franquia Assassin’s Creed é composta por inúmeros detalhes (que se repetem ao longo dos jogos) que a caracteriza como um fenômeno pop. Essa redundância foi essencial para estabelecer uma grande base de fãs e uma identidade a esse licenciamento, todavia, é hora de mudar.

A vontade da Ubisoft em reconstruir a franquia em um RPG é algo muito visível nesse novo jogo.  Por mais que a empresa mantém alguns traços icônicos da franquia, como o ágil parkour, vários novos elementos foram incrementados a mesma mudando-a para melhor. Uma das mais notáveis mudanças no novo jogo começa com o fato do protagonista agora ter a árvore de habilidade; níveis de experiência e ser capaz de subir de nível. Além do mais, os itens agora serão separados por “raridade”.

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Além de tudo isso, o jogo se converteu às famosas side quests (missões secundárias) que proporcionarão ao jogador um engajamento muito mais profundo à história. Juntamente com essas quests, todas as áreas do mapa de Assassin’s Creed: Origins serão recomendadas ao jogador, por mais que elas estarão sempre liberadas. O novo jogo da Ubisoft também traz algumas marcas registradas da publisher, como a águia que marca os inimigos e a produção de diversos itens a partir de material animal.

O sistema de combate também mudou. As lutas com Bayek, o primeiro assassino, vão requerer mais esforço do jogador, o qual não terá um monstro em suas mãos. Como dito pela Ubisoft, nesse novo jogo táticas diretas e agressivas são a melhor forma de lutar. Com uma jogabilidade mais prática, agora o jogador poderá escolher entre diferentes armas e evolui-las. Um ponto interessante nessas mudanças é que o gamer pode usar qualquer arma que adquirir, mas ele somente será bom nela caso esteja em um nível adequado.

“A vontade da Ubisoft em reconstruir a franquia em um RPG é algo muito visível nesse novo jogo.”

Nessa nova jogabilidade, o ambiente também é afetado. Agora, enquanto Bayek enfrenta seus adversários, seus golpes conseguem facilmente destruir objetos no cenário. Como qualquer briga, o assassino vai precisar se defender e em Assassin’s Creed: Origins ele consegue fazer isso usando seu escudo (ganhando um bônus) ou se esquivando, o que ainda é a melhor opção.

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Contendo tantas novidades, o fato do jogo ser ambientado no Egito Antigo ainda é a melhor coisa de Assassin’s Creed: Origins. Destruir o conceito de que o Egito é só deserto foi uma das inspirações do diretor do jogo, Ashraf Ismail, cuja fala em uma entrevista ao próprio site do game é a seguinte: “Nós sabíamos que por “Egito Antigo” a primeira coisa que as pessoas pensam sobre este mundo é deserto, muito deserto; e há desertos, mas este mundo é super largo, super exótico […]. Nós queríamos mostrar que o Egito é muito diversificado”.

O jogo lhe entrega lugares bonitos e cheios de vida para exploração. Além disto, as pessoas que vivem nesses povoados tem uma vida normal, exercendo atividades variadas pela manhã, tarde e noite (como os bots da franquia Watch Dogs, que tem vidas singulares com diferentes ciclos).

Após uma sequência de problemas, a Ubisoft está finalmente se reerguendo e traz consigo um novo e melhor Assassin’s Creed. Atualizando e aperfeiçoando a franquia, Assassin’s Creed: Origins se adapta ao novo mercado de games e é a grande promessa da publisher para o final de 2017 e o ano de 2018.

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